Acne, um assunto bem desconfortável e incomodo. A adolescência
é marcada por essa convidada inconveniente
(Nem todos adolescente vão obrigatoriamente
desenvolver a temida acne – O que eu acho injusto –, mas nessa fase acontece ás
maiores alterações hormonais causando o aumento da produção de sebo na pele).
Deixar de ir a uma balada com os amigos, se isolar, ser
encarado na rua por causa da pele, ouvir comentários do tipo "Quem tem espinha é namorador" ou receitas milagrosas "Menstruação é bom para acabar com as espinhas" (Ah jura? Se fosse assim mulher nenhuma tinha o rosto com acne, vamos fazer estoque e vender sangue), quem já sofreu (ou sofre) com acne sabe bem o que é isso, situações bem desagradáveis,
da vontade de enfiar o rosto dentro de um grande buraco, ou sei lá quem sabe
mudar de planeta (Ouvi dizer que Júpiter é legal #SQN). A alta estima geralmente está tão baixa que nós
mesmos acabamos nos isolando um pouco do mundo (Não é pra menos. Ah adolescência a melhor fase da vida).
Quando falo “nós”, posso falar com total propriedade, sei
bem o que é isso, passei por fases nada agradáveis, e assim como eu, ao longo
do tratamento que fiz (faço! Os cuidados são diários e para sempre) contra acne
descobri muitas pessoas com o mesmo sentimento e com a mesma vontade de acabar
com essas “benditas” criaturas que não são nada de Deus (Deus criou a pele
perfeita e o diabo veio e criou as espinhas).
O inicio da minha adolescência marcou a transição da minha
pele, de seca á oleosa, de rostinho de bebê á um rosto marcado por espinhas e
cravos, e posteriormente uma autoestima com altos e baixos, a maioria das
vezes facilmente abalada por um comentário ou por minha própria imagem refletida
em um espelho, a aparição da acne grau I, mas elas eram bem controláveis, tudo
no inicio é perfeito (Ta bom, às vezes não tão perfeito assim), eu não me
atingi com essa novidade (Novidade que mais tarde se tornaria a maior vilã da
minha autoestima). Sempre pensei que aos 17 minha pele ficaria melhor, mas ao contrario
do que eu imaginava o tempo não fez com que elas desaparecessem, e lá estavam
elas piores do que antes (Ai senhor tinha que ser justo comigo?).
17 anos. Mudança de cidade, alô a vida adulta precoce, começo da faculdade e piora da
minha pele (acne grau 3), a melhor parte foi começar a faculdade com o rosto
horrível (ironia), geralmente as goianas tem um rosto limpo (mas como minha mãe
fala, eu não sou todo mundo).
18 anos. Acne quase grau 4 (eu já sentia dor até para dormir
– Espinhas internas as piores-), e minha situação era bem pior, comecei a
sentir tanta vergonha que as vezes me pegava andando com o rosto totalmente
virado para o chão (para ninguém ver meu rosto), ou chorando sozinha. Com essa
piora da pele e outros problemas acabei desenvolvendo um inicio de depressão,
minha mãe preocupada acabou procurando uma dermatologista. Eu já havia escutado
falar do Roacutan, e alguns conhecidos meus já tinham sido submetidos a esse
tratamento, mas eu não acreditava muito (aliás, você não acredita em mais nada
quando já tentou de tudo), mas ele provou a que veio e realmente mudou minha
pele.
Agora. Minha pele está perfeita (
falta alguns detalhes, mas já estou satisfeita), cuido muito bem dela, conheci pessoas que tinham o mesmo problema que o meu (
grupo no facebook e whatsapp), isso me deu bastante força durante o tratamento. Hoje as pessoas chegam para elogiar ou perguntar o que eu fiz na pele, os comentários mudaram, tudo mudou. Agora é só correr para o abraço.
Vou deixar o link do grupo do facebook que eu acompanho, lá tem pessoas que estão fazendo ou querem fazer tratamento com Roacutan. Vale a pena dar uma conferida:
OBS¹: A Niina do blog (
Niina Secrets) também fez tratamento com Roacutan, mas no caso dela eu não sei se ela prosseguiu com o tratamento até o fim.
Fase da piora (tratamento Roacutan)
Depois
OBS²: Receitas milagrosas, auto medicamento, esperar o tempo curar, nada ira realmente resolver o problema com acne, então procure um bom dermatologista e comece logo o tratamento (quanto antes melhor, a marcas serão menores).